Rinoova Academy: formação em IA, automação e MCP
Um curso gratuito com certificado verificável, três masters executive com vagas limitadas e percursos à medida para as empresas. Eis como é feita a nossa academy e a quem serve.
Abrimos a Rinoova Academy: conteúdos técnicos verticais sobre IA, automação e Model Context Protocol, pensados para quem na empresa tem de responder pelos resultados — não para quem coleciona slides.
A abordagem é a mesma que usamos nos projetos: partir de um problema real e chegar a algo que funciona em produção. Eis as três portas de entrada.
Cursos abertos, gratuitos, com certificado
Abertos a todos, sem registo. Lê-se o conteúdo, passa-se a prova final com pelo menos 80% de respostas certas e recebe-se um Certificado de Frequência nominal, com código e página pública de verificação. É um Open Badge segundo a norma 2.0: importa-se para o LinkedIn e para as carteiras digitais de competências.
O primeiro curso disponível é Model Context Protocol: Fundamentos — cerca de duas horas de leitura, 11 capítulos, 10 exemplos de mensagens reais do protocolo. Parte-se do problema da integração e chega-se à adoção na empresa, passando pela arquitetura host/client/server, recursos, tools, prompts, transportes (stdio e Streamable HTTP), autorização OAuth 2.1 e segurança operacional.
Se leu o nosso artigo sobre como transformar as APIs existentes num servidor MCP, este curso é o nível abaixo: o porquê por trás do como.
Masters executive para profissionais de TI
Percursos verticais com vagas limitadas, em privado com um tutor dedicado ou em pequeno grupo. O conteúdo e o certificado são idênticos nas duas modalidades; o que muda é o ritmo. Cada candidatura é avaliada individualmente com base no percurso profissional — não é exigida licenciatura, mas é necessária experiência real de desenvolvimento backend.
- MCP Architect — 100 horas, 4 módulos. Conceber, proteger e gerir servidores MCP em ambientes empresariais com requisitos reais de fiabilidade e conformidade. Para arquitetos de software, lead developers, equipas de platform/DevOps e CTO.
- AI Agent Engineering — 100 horas, 7 módulos. Conceber agentes que aguentam cargas de trabalho reais: design das tools, gestão do contexto e da memória, avaliação sistemática, deployment e defesa contra prompt injection. Para lá da prova de conceito.
- AI Coding Orchestration — 90 horas, 6 módulos. Levar agentes de coding autónomos para dentro de um workflow de desenvolvimento a sério: decomposição do trabalho, orquestração multiagente, verificação da qualidade, governance e responsabilidade. É necessária uma codebase real para trabalhar durante o percurso.
Formação empresarial à medida
Aqui não se dá aulas: trabalha-se sobre a vossa codebase, desde o primeiro dia. Agentes de coding como o Claude Code, o Antigravity e o Codex aplicados aos vossos projetos reais, em quatro áreas de intervenção:
- Domínio das ferramentas — instalação e uso diário dos ambientes agênticos, ficheiros de contexto, integração via MCP. Os agentes de linha de comandos mudam a forma de trabalhar, mas só se estiverem bem configurados.
- Trabalho sobre os vossos projetos — refactoring, cobertura de testes em código legacy, migrações de framework, bugs em aberto.
- Integração no processo existente — onde entra o agente no fluxo git, como se revê o seu output, que métricas dizem se está a funcionar. Um agente que trabalha fora do vosso processo cria mais problemas do que aqueles que resolve.
- Governance, segurança e conformidade — propriedade intelectual do código gerado, rastreabilidade das alterações, políticas de uso dos dados.
O método: call de apresentação de uma hora, assessment técnico de um ou dois dias, acompanhamento no terreno com os programadores, transferência de competências para a equipa. Depois seguem sozinhos — é esse o objetivo.
Por onde começar
Se quer perceber do que falamos quando dizemos MCP, o curso gratuito está lá e nem sequer pede um email. Se está a ponderar um percurso mais sério, veja os masters ou escreva-nos e conversamos.